É mais forte que eu. Vem de repente e como tudo que resta é apenas a ansiedade por uma nova madrugada, deitarei em lençóis alheios e prometo não mais sonhar. Sonhar com a droga. Com a droga. A droga que se aloja no canto do peito esquerdo. Eu preciso do pó. Do pó que foi você. Da sombra que fui eu.
sábado, 9 de outubro de 2010
A escolha que não fiz;
É mais forte que eu. Se é dor, já não dói o bastante. Se é colossal, vive em pequenas partes de mim. Se foi a corda, não sei. Sei apenas que quebrou e vidro quebrado não pode ser consertado. Sei apenas que como queimadura em pele fresca, meus dedos estão pretos como carvão! E quem foi que eu matei?
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